Domingo, 29 de Novembro de 2009

Lembranças perdidas...

Lembrei-me das pessoas que perdi (não que elas tenham morrido, mas por vezes mais parece). Ainda estou para perceber de quem é a culpa de tais afastamentos.

Nunca fui de viver rodeada de gente. Confiava numa ou outra pessoa… e… puff... De um dia para o outro morri…

É engraçado (sem ter graça nenhuma) como isto de repete ao longo da minha vida.

Mas também não importa perder mais tempo a pensar em coisas inúteis, alias já a uns tempos que não me preocupo com isto, nem sei porque me lembrei agora.

Se algum dia se lembrarem que eu ainda existo, estou aqui, porém poderá ter passado demasiado tempo...

 

Rabiscado por Menina_Borboleta às 16:50
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Sábado, 28 de Novembro de 2009

Um pouco de animação

 

Uma musiquinha mais animada, para demonstrar que não sou assim tão sombria como pode parecer =P

 

“Dir-me-ão se não é uma situação tão caricata
É o fim, e a mim, estar assim, mal do rim, enfim, quase mata
Meu amor é a dor deste choro de amor qual suor desidrata
É um jeito no peito desfeito que contrafeito aceito, gata
Aliás dir-me-ás se és capaz de ir atrás ver que estás sendo assaz insensata
Situação caricata como nó de gravata que não ata nem desata

  

Não me dão razão mas eles não saberão vê-lo
Criticam instigam e picam e ficam com dor de cotovelo

Zão zão zão quero ver-te
Zão zão zão quero ter-te
Zão zão zão quero dar-te
Zão zão zão obter-te, zão

 

é um mal tão fatal, de tal modo infernal, tal e qual o de Dantes
rocambolesco, dantesco, pior que ceausescu é a unesco que garante
berbicacho sem tacho nem pacho, golpe baixo, que eu acho irritante
o que sinto, não minto, só finto ao quinto absinto com espumante
perco a fé, marcha a ré, mas prá frente é que é já diz che, el comandante
dir-me-ão se não é uma situação desconcertante

Não me dão razão mas eles não saberão vê-lo
Criticam instigam e picam e ficam com dor de cotovelo

Zão zão zão quero ver-te
Zão zão zão quero ter-te
Zão zão zão quero dar-te
Zão zão zão obter-te, zão

Não vai servir resistir vais ouvir repetir um zunir incessante
Meu pedido sentido repetido ao ouvido como altifalante
Podes fugir ir e vir a Alcácer Quibir, nada que te adiante
Ter mais desdém que ninguém aquém e além ousou antes
Será dado este ousado recado em todo o lado que é mais forte e pesado que elefante
é assim que no fim voltarás para mim e não há querubim que não cante


Não me dão razão mas eles não saberão vê-lo
Criticam instigam e picam e ficam com dor de cotovelo

Zão zão zão quero ver-te
Zão zão zão quero ter-te
Zão zão zão quero dar-te
Zão zão zão obter-te”

 

 

 

Rabiscado por Menina_Borboleta às 20:50
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Domingo, 22 de Novembro de 2009

Devaneios

O coração bate fortemente, numa sensação impossível de descreve, é alegria, é ansiedade, mas é principalmente saudade!

É uma musica, que com que a mente fique inundada de recordações. É um cheiro que transporta para outra dimensão.

A certeza que alguns momentos, por mais voltas que tudo dê vão ficar sempre gravados.

 

Seria… seria não, sou capaz de ficar a ouvir vezes e vezes sem conta aquela melodia que me leva para um mundo de sensações inexplicáveis, onde tudo o que existe ao meu redor desaparece completamente. O tempo pára.

 

 

 

“Sentado ao alcance do meu toque e tão distante como se fosse fruto da minha imaginação”

 

música: poker face
Rabiscado por Menina_Borboleta às 16:43
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Domingo, 15 de Novembro de 2009

Mudança

As mudanças não foram nada de especial. A paciência para isto também não é muita!

Rabiscado por Menina_Borboleta às 18:43
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

...

Sem grandes ideias. Sem grandes teorias. A mente está vazia, deixou-se de fantasias. Apenas navega lentamente ao ritmo da maré. Porque quanto mais pensas, mais erros cometes. Chega de parvoíces por uns tempos.

 

E se por um lado a cabeça está vazia, o coração está bem cheio. Cheio de magia. De algo que não dá para descrever. Algo que acalma todas as outras inquietações.

 

Rabiscado por Menina_Borboleta às 18:42
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